Dicas da Salu

Foto: Pawel Libera/©Britainonview

London Eye

 

Dentro das cabines da London Eye, famosa roda-gigante de Londres, é possível ter uma visão panorâmica da cidade

 

Esportes, teatros, megaexposições: 2012 promete ser de muita festa para os ingleses. Em julho começam os Jogos Olímpicos de Londres e já foi dada a largada para o Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth II – em comemoração aos 60 anos de seu reinado.

A capital do Reino Unido se prepara para receber turistas de todo o mundo para essas duas grandes festas, com novos estádios, exposições bacanas e a impecável infraestrutura de sempre. Com um câmbio razoavelmente favorável, em muitos aspectos o país está mais barato que destinos nacionais. Compras, restaurantes e passeios, antes aquém de um orçamento apertado, agora estão ao alcance de um público maior.

O Reino Unido sabe disso e lançou a campanha global ‘Great’, que inclui celebridades como os atores Judi Dench e Devi Patel (de Quem Quer ser um Milionário?), a modelo Twiggy e o chef Jamie Oliver.

Este roteiro (bem corrido) de 48 horas em Londres oferece uma breve, brevíssima experiência. Mas, convenhamos, vale a pena estender a visita.

Dia 1

Coma um bom café da manhã, repleto de salsichas, torradas, bolos e geleias. O dia vai ser longo e divertido.

Uma boa forma de começar seus dois dias de passeios é conhecendo dois dos principais cartões-postais da cidade, a roda-gigante London Eye e as Casas do Parlamento e sua a famosa torre do relógio, que abriga o sino Big Ben. Por enquanto vamos apreciá-las só de fora. Curta como a rebuscada arquitetura gótica vitoriana do Parlamento casa à perfeição com a engenharia espacial da roda, uma de cada lado do rio Tamisa.

Logo adiante está a Abadia de Westminster, a mais importante igreja da capital: o preço da entrada é um pouco salgado, mas vale a pena conhecer o palco de cerimônias históricas como a coroação de Elizabeth II e o casamento dos duques de Cambridge, William e Kate.

Tome agora o rumo do Palácio de Buckingham, casa da rainha, para assistir à troca da guarda, que acontece às 11h30. A fama é maior que o espetáculo em si, mas marinheiros de primeira viagem não devem perder a oportunidade. Só não se esqueça de chegar mais cedo para conseguir um bom lugar, pois pequenas multidões se reúnem por aqui para ver os soldados de casacas vermelhas e chapéus peludos.

Depois da parada vamos à praça Trafalgar Square, cruzando pelo caminho o lago e gramados do parque Saint James’s. Siga por baixo da arcada do Admiralty Arch para dar de cara com a coluna do Almirante Nelson (que derrotou as forças navais de Napoleão Bonaparte) e a animada praça que é ponto de celebrações cívicas dos londrinos.

Parada para o almoço. Entre as opções rápidas na área estão o bom café da National Gallery e a torta de carne do pub Lord Moon of the Mall, acompanhada por uma boa cerveja.

De barriga cheia, é hora de visitar a ótima National Gallery, uma das melhores pinacotecas do mundo, com obras de Vermeer, van Eyck, Rafael e Turner. Outro atrativo é o valor da entrada: zero! Então, se continuar com vontade de conhecer mais museus, dê a volta no quarteirão, pelo lado da igreja Saint Martin in the Fields, para ver os retratos da National Portrait Gallery. De clássicas imagens de Shakespeare e Henrique VIII a obras modernas com o magnata multimídia Richard Branson, é um verdadeiro quem-é-quem na história britânica.

Próxima parada: o cruzamento mais famoso da cidade – Picadilly Circus. Os neons que enquadram a estátua de Eros vêm perdendo um pouco de seu charme, mas o movimento das ruas e a composição única dos elementos valem a visita.

Vamos terminar o dia em Convent Garden e sua miríade de restaurantes, lojas e bares divertidos. Escolha a cozinha que mais lhe apetecer e se divirta.

Foto: Thinkstock

Londres, Inglaterra

Casas do Parlamento Britãnico, com dois ícones londrinos: o double-deck bus e a torre do relógio

Dia 2

Por várias décadas, de meados do século 19 ao início do 20, o império britânico dominou terras e mares pelo planeta. De Belize, na América Central, a Hong Kong, na Ásia, passando por Palestina, Índia, Canadá, Tanzânia e África do Sul, entre outros, os súditos da rainha Vitória geravam fortunas administradas no distrito financeiro de Londres, a City.

O mundo mudou um pouco, mas as instituições financeiras continuam lá. Vamos iniciar o nosso passeio do outro lado do rio, junto ao museu de arte contemporânea Tate Modern só para atravessar o Tamisa pela ponte Millenium Bridge. De lá se avista a cúpula da Catedral de St. Paul, obra-prima de Christopher Wren. Para conhecer um pouco a City é melhor perambular um pouco por suas ruas (quase desertas aos fins-de-semana), deparando-se com símbolos locais como o Guildhall – o centro do poder municipal, a bela galeria do Leadenhall Market e o futurístico edifício do Lloyd’s – obra do arquiteto Richard Roger.

Porém, a grande atração da área é mesmo a Torre de Londres. Construída pelo rei normando Guilherme, o Conquistador, o pequeno castelo protagonizou intrigas palacianas, assassinatos e execuções célebres, como a de Ana Bolena. Os corvos, as histórias de fantasmas e os pitorescos guardas-guias, os Yeomen Warders – popularmente conhecidos como Beefeaters, aumentam ainda mais a popularidade da fortaleza. Não deixe de checar a coleção de armas e as joias da Coroa, incluindo coroas, cetros e espadas. E, logo ao lado da Torre, não deixe de tirar uma foto da ponte Tower Bridge, a mais vistosa da cidade.

Da City, podemos fazer dois roteiros diferentes.

Quem tiver crianças pode optar pela dupla Museu de História Natural e Hyde Park. Essa é uma boa forma de mantê-los entretidos, brincando com esquilos no parque e vendo esqueletos de dinossauros no museu. É uma alternativa certeira.

Para casais, adolescentes, mochileiros e todos os outros grupos, podemos ir ao magnífico Museu Britânico e depois fazer compras. No British Museum você ficará cara a cara com a mítica Pedra de Rosetta – chave para a decifração dos hieróglifos egípcios, os polêmicos Mármores Elgin – retirados do Partenon de Atenas e uma coleção infindável de objetos do Oriente Médio, Ásia, Roma e Egito. Você certamente ficará com as pernas exaustas!

No quesito compras tome o rumo da ruas Oxford e Regent Street, repleta de lojas como a Uniqlo, Muji, Selfridges, Zara, H&M, l’Occitane e Mark and Spencer. Leve geleias, biscoitos e chás (sabores earl grey, english breakfast e tchai) para fazer sucesso com a família e o pessoal do escritório. Uma pequena propaganda interna: visite a loja da National Geographic (83-97 Regent Street, 20/7025-6960)!

Por fim, a última atração de nosso curto roteiro, antes do jantar: a London Eye. Agora que você conhece os marcos da cidade o passeio será mais animado!

Se tiver mais tempo…

Invista tempo em museus como o Tate Britain e o Tate Modern, no parque de Greenwich ou visitando Windsor.

Não deixe de assistir a uma partida de críquete ou de futebol dos times da cidade, como Arsenal, Chelsea e Tottenham Hotspurs

Dicas econômicas

  • Pubs e gastropubs oferecem refeições a bons preços
  • O fish and chips, peixe empanado com fritas, é o prato mais famoso do país e é bem barato
  • Museus como o Tate, Tate Modern, British e National Gallery são grátis

por Eduardo Jun Marubayashi - Fonte: viajeaqui

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